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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Petistas acusam Globo de censurar homenagem à presidenta Dilma Rousseff

Por Esmael Morais

Do samba à política. A escola de samba a Nenê de Vila Matilde, de São Paulo, entrou no Sambodrómo do Anhembi, no dia 9 de fevereiro, às 22 horas. Puxou o enredo “Da Revolta dos Búzios a Atualidade. Nenê canta a igualdade”, que enaltece os movimentos populares e as pessoas que lutam e lutaram por uma sociedade mais igualitária. Dentre os homenageados estava a presidenta Dilma Rousseff. O problema é que a TV Globo, que transmitia o evento ao vivo, censurou a tradicional escola de samba que este ano busca mais um título do Grupo Especial.
Dilma Rousseff foi lembrada na ala “Igualdade da Mulher” que falou da luta das mulheres por condições iguais, recordando personalidades femininas que vêm, pouco a pouco, ocupando espaço na sociedade inimaginável em tempos não muito distantes. A ala foi composta por integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT), que representaram o partido e a presidente na Avenida.

Pois bem, integrantes da escola Nenê de Vila Matilde dizem que foram censurados porque seu samba enredo homenageava a petista Dilma Rousseff. Nas redes sociais, em forma de protesto à censura, sambistas e simpatizantes da escola pregam “regulação da mídia” como forma de democratizar as concessões públicas no país.



Abaixo, eu reproduzo o texto embutido ao final no vídeo publicado no YouTube:

Este vídeo é do desfile da Nenê de Vila Matilde que homenageia a Presidenta Dilma e não foi mostrado e citado na transmissão da Rede Globo.

A REDE GLOBO CENSUROU O DESFILE DA NENÊ.

A REDE GLOBO DE TELEVISÃO É UMA CONCESSÃO PÚBLICA.

Por isso defendemos a REGULAÇÃO DA MÍDIA para ampliarmos o direito a LIBERDADE DE EXPRESSSÃO e COMBATER O MONOPÓLIO das empresas que comercializam informação, entretenimento e conteúdo midiático e são concessionárias públicas.

CENSURA só existe de um lado, do lado dos grupos empresariais comandando pelas “famiglias” FRIAS, CIVITA, MARINHO E MESQUITA e que decidem o que vc vai ver,ouvir e saber.

#REGULAÇÃODAMIDIAJÁ

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