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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Palestina apresentará plano para estabelecimento de fronteiras

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/27159/palestinos+apresentarao+a+obama+plano+para+estabelecer+fronteiras.shtml

Os palestinos vão apresentar ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, um plano para retomar as negociações de paz com Israel em conjunto com a Liga Árabe, estabelecendo um prazo máximo de seis meses para delimitar as fronteiras e os mecanismos de segurança.

"A proposta coloca um prazo limite de seis meses para a negociação dos assuntos territoriais e de segurança", disse nesta quarta-feira à Agência Efe uma fonte da OLP (Organização para a Libertação da Palestina).

O plano de paz, do qual Obama tomará conhecimento durante visita à região em meados de março, exige que Israel interrompa a construção de assentamentos durante esses seis meses, assim como o cumprimento de todas as obrigações estabelecidas no acordo.

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Entre as exigências estão a libertação de presos palestinos – com prioridade para os detidos antes da assinatura dos Acordos de Oslo de 1994 –, o fim das blitzes e controles militares israelenses nas estradas da Cisjordânia e a reabertura de instituições palestinas em Jerusalém Oriental, afirmou a fonte.

A proposta palestina, que concebe uma pequena troca territorial com Israel para não ter que desalojar 65% dos colonos já assentados em território ocupado, tentará também o apoio da comunidade ocidental e, "em paralelo à visita de Obama, uma delegação ministerial árabe visitará capitais europeias para apresentá-la".

"Não está dirigida exclusivamente para os EUA, mas para toda a comunidade internacional", especificou a fonte consultada.

Em sua essência o novo plano se baseia nos princípios defendidos pela OLP em 2010 para retomar as conversas com Israel, que foram interrompidas com o final de uma moratória parcial que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tinha declarado na construção de assentamentos.

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