Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Judas: Jornalista cita Tourinho Neto para defender Rafael e Osvaldo

Um colunista potiguar, no afã de defender os desembargadores afastados Rafael Godeiro e Osvaldo Cruz, citou o voto no CNJ do desembargador federal Tourinho Neto.
Tourinho Neto se tornou famoso, no Brasil inteiro, pelas inúmeras vezes em que livrou a cara do contraventor e corruptor Carlinhos Cachoeira - a quem parte da imprensa chama de empresário do ramo de jogos, esquecendo de que os jogos, em questão, são ilegais: bicho, bingos, etc..
Merecem-se: os desembargadores potiguares, Tourinho Neto e o jornalista que agiu como porta-voz dos afastados.
Esse jornalista, aliás, deve ainda muitas explicações sobre o fato de que suas empresas, vira-e-mexe, aparecem no meio de uma investigação por corrupção.  Parece que ele colocou um sinal fechado no tema.  Alcides Barbosa que o diga.

Comentários

Postagens mais visitadas