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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Em defesa de PMs que atacaram Baiacu na Vara, foto de evento em outro estado

Vi no Facebook uma defesa acalorada dos PMs que intervieram de forma brutal e violenta contra o Bloco Baiacu na Vara no Carnaval da Redinha.
A defesa aproveitava para criticar parlamentares que iriam procurar a Corregedoria da PM para denunciar o caso: Hugo Manso, Amanda Gurgel e Fernando Mineiro.
O texto diz que os policiais agiram para impedir que uma viatura fosse depredada por foliões - e é ilustrado pela foto abaixo.
O problema é que a foto abaixo não é de PMs potiguares - nem a viatura nem a farda corresponde as que utiliza a polícia do RN.
A foto é um registro da depredação de uma viatura após o desfile do Cordão do Bola Preta, no Rio de Janeiro.


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