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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Trem da Alegria: processo aguarda decisão do STF

Casos "prescreveram" porque a Assembleia, na pessoa de seu então presidente, o atual vice-governador Robinson Faria, recusou-se a fornecer informações sobre a lista de servidores.  Sem a lista, o MP não podia iniciar a investigação e requerer a correção das situações ilegais.  Assim, o prazo de prescrição foi alcançado.  Quer dizer: a estratégia tem todos os elementos para que creiamos ter sido proposital.  

Por Dinarte Assunção

Um dos 21 processos que o Ministério Público Estadual move contra as 193 efetivações feitas na Assembleia Legislativa entre 1991 e 2002 aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal desde novembro do ano passado.

Tratasse do Recurso Extraodinário com Agravo 723875. Originalmente a ação foi iniciada na 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal. Passou ao Tribunal de Justiça e, por fim, ao STJ.

Em todas as esferas os servidores efetivados à margem da lei, como contesta o Ministério Público, ganharam a causa.

O argumento utilizado é que houve prescrição do caso. Segundo o MP, não custa repisar, a demora decorreu da atuação do então presidente da AL, atual vice-governador Robinson Faria, que reteve as informações requeridas pelo parquet.

No STF, o caso foi distribuído em 28 de novembro à ministra Rosa Weber, e desde então está concluso para decisão.

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