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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Rosalba Ciarlini coloca sua família no poder

Na base do mais puro patrimonialismo, o grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) tenta sobreviver e estruturar sua hegemonia.
Não bastasse que dois cunhados fossem seus secretários na primeira parte da gestão - um deles, Betinho Rosado (DEM), deixou o governo e voltou para a Câmara Federal -, Rosalba já nomeara seu marido, Carlos Augusto Rosado (artíficie do #Caixa2doDEMnoRN) para o Gabinete Civil.  Aliás, a chegada de Carlos Augusto coincidiu com a ida de Betinho para Brasília.
Agora, Marlos Ciarlini, seu filho, será subsecretário na gestão de Claudia Regina (DEM) em Mossoró.
Patrimonialismo é um outro nome para corrupção dos órgãos do estado em nome dos interesses particulares.  Nesse caso, o interesse é sobreviver e crescer.

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