Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Pressionado por Gerdau, governo federal fechou contratos milionários com Falconi

Não apenas as prefeituras de Natal e Mossoró contrataram Vicente Falconi de modo suspeito.  O governo federal fechou uma série de contratos milionários com o consultor.
Enquanto isso, ninguém explicou como Claudia Regina e Carlos Eduardo pagarão a consultoria de Falconi cujos serviços começaram antes de ambos se tornarem prefeitos.

No Brasil 247



Apontado frequentemente como "guru" da presidente Dilma e possível ministeriável, o empresário Jorge Gerdau atuou para que o governo contratasse, sem licitação, o consultor Vicente Falconi, do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), que fechou contratos de R$ 59,9 milhões.

Retratado como "guru da gestão", numa capa da revista Exame, o consultor mineiro Vicente Falconi, do Instituto de Desenvolvimento Gerencial, é também guru do empresário Jorge Gerdau, barão da siderurgia nacional, que, por sua vez, é apontado frequentemente como um dos gurus da presidente Dilma.

Falconi, no entanto, foi contratado pelo governo de forma questionável. Fechou contratos de R$ 59,9 milhões, com o Ministério do Planejamento (R$ 14,4 milhões), os Correios (R$ 29,4 milhões) e a Infraero (R$ 16,1 milhões) sem licitação, tendo sido contratado por notória especialização. A pressão para que isso ocorresse partiu e Claudio Gastal, indicado por Gerdau para fazer parte da Câmara de Gestão da Presidência da República.

Gastal enviou emails para o INDG e para o próprio Gerdau relatando a pressão que exerceu sobre o Ministério do Planejamento para que a contratação ocorresse. Embora oficialmente não tenha fins lucrativos, o INDG teve receita de R$ 205 milhões no ano passado e foi também responsável pelo chamado "choque de gestão", implementado por Aécio Neves, no governo mineiro.

Segundo o Ministério do Planejamento, o processo de contratação foi legal e decorrente do "notório saber" do INDG.

Comentários

Postagens mais visitadas