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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Pressionado por Gerdau, governo federal fechou contratos milionários com Falconi

Não apenas as prefeituras de Natal e Mossoró contrataram Vicente Falconi de modo suspeito.  O governo federal fechou uma série de contratos milionários com o consultor.
Enquanto isso, ninguém explicou como Claudia Regina e Carlos Eduardo pagarão a consultoria de Falconi cujos serviços começaram antes de ambos se tornarem prefeitos.

No Brasil 247



Apontado frequentemente como "guru" da presidente Dilma e possível ministeriável, o empresário Jorge Gerdau atuou para que o governo contratasse, sem licitação, o consultor Vicente Falconi, do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), que fechou contratos de R$ 59,9 milhões.

Retratado como "guru da gestão", numa capa da revista Exame, o consultor mineiro Vicente Falconi, do Instituto de Desenvolvimento Gerencial, é também guru do empresário Jorge Gerdau, barão da siderurgia nacional, que, por sua vez, é apontado frequentemente como um dos gurus da presidente Dilma.

Falconi, no entanto, foi contratado pelo governo de forma questionável. Fechou contratos de R$ 59,9 milhões, com o Ministério do Planejamento (R$ 14,4 milhões), os Correios (R$ 29,4 milhões) e a Infraero (R$ 16,1 milhões) sem licitação, tendo sido contratado por notória especialização. A pressão para que isso ocorresse partiu e Claudio Gastal, indicado por Gerdau para fazer parte da Câmara de Gestão da Presidência da República.

Gastal enviou emails para o INDG e para o próprio Gerdau relatando a pressão que exerceu sobre o Ministério do Planejamento para que a contratação ocorresse. Embora oficialmente não tenha fins lucrativos, o INDG teve receita de R$ 205 milhões no ano passado e foi também responsável pelo chamado "choque de gestão", implementado por Aécio Neves, no governo mineiro.

Segundo o Ministério do Planejamento, o processo de contratação foi legal e decorrente do "notório saber" do INDG.

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