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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Presidente da OAB tentou se explicar a @dinarteassuncao

Por Dinarte Assunção

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no RN, Sérgio Freire, explicou através de assessoria de imprensa que ingressou no serviço público em 1997 no Governo do Estado, tendo sido transferido para a Assembleia Legislativa posteriormente.

Ele defendeu a legalidade do ato em conformidade com o artigo 23 do Regime Jurídico Único Estadual.

Em 2008, prosseguiu ele, o MP entrou com ação sobre questionando seu provimento e que ele ganhou em primeira e segunda instância.

Do blog: também em 1997, o então presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou lei que, entre outras coisas, aboliu a transferência como forma de provimento em cargo público.

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