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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Pelo twitter, promotor esclarece que interceptação oficial prescinde de grampo local

O ex-procurador-geral de Justiça, José Augusto Peres Filho, pelo twitter esclareceu que a interceptação telefônica feita com autorização judicial não necessita mais do uso de grampos locais.
"A interceptação telefônica oficial no RN, há vários anos, não precisa mais do 'grampo' no local. Deve ter sido algum 'amigo', disse Peres sobre o grampo que o técnico da GVT descobriu em meu telefone ontem.
"Pode ser também que a sua internet estivesse grampeada, já que não funcionava a contento", completou.

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