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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Áudios divulgados por @dinarteassuncao envolvem Henrique e Garibaldi

Por Dinarte Assunção

Zapeando por meus arquivos, deparei-me com um conjunto de áudios captados na Operação Assepsia.

Neles, Sérgio Alves fala em nome de Henrique Alves e Garibaldi Filho com então secretário de Planejamento Antonio Luna. Trata-se de um agradecimento por intermediação feita pelo então titular da Sempla em negócio que interessa aos Alves.

Sérgio é sobrinho de Garibaldi e filho de Marcos Santos, que também liga para dizer seu obrigado a Luna e pede ainda que os agradecimentos sejam estendidos a Bosco Afonso.

Santos foi acusado de tráfico de influência e de montar empresas fantasmas para direcionar e superfaturar licitações no Estado no governo Garibaldi Filho.

Ainda no tocante à Assepsia, o Ministério Público Estadual remeteu na semana passada ao parquet federal os indícios que indicam envolvimento de Henrique Alves no caso. Os áudios que disponibilizo abaixo devem fazer parte do material enviado ao MPF.

Em email interceptado nas investigações, Tufi Meres, apontado como chefe das Organizações Sociais dadas como fraudulentas, diz ter se encontrado com o deputado favorito para presidir a Câmara dos Deputados.

Do encontro teria resultado acordo para levar a Associação Marca a Mossoró, onde iria gerir o Hospital da Mulher.

Os áudios sobre os quais falei no início da postagem estão disponíveis neste link, aqui e aqui.

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