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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Polícia Federal cita a Lista do Mourão no relatório do Mensalão Tucano

Continuam a reafirmar que a "Lista de Furnas"é falsa, não é?
O relatório da PF sobre o Mensalão Tucano afirma o contrário:
Não é possível precisar o total gasto na campanha de reeleição do candidato do PSDB ao Governo de Minas Gerais no ano de 1998, mas pode-se afirmar que o montante superou em muito o valor de R$ 8.555.878,97 declarados oficialmente à Justiça Eleitoral, conforme prestação de contas constante às fls. 1096/1145 dos autos.
Um demonstrativo do poder econômico do grupo político comandado por EDUARDO AZEREDO foi obtido através do documento apreendido intitulado “RESUMO DA MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA OCORRIDO NO ANO DE 1988 NA CAMPANHA PARA REELEIÇÃO AO GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS PELO ATUAL SENADOR DA REPÚBLICA, SR. EDUARDO BRANDÃO DE AZEREDO E DO ATUAL VICE-GOVERNADOR, SR. CLÉSIO SOARES DE ANDRADE. ELEIÇÃO DE 1998 – HISTÓRICO”, também conhecido como “LISTA DO MOURÃO”, apresentado à Polícia Federal pelo controverso NILTON MONTEIRO.
E agora Noblat?
Quando será o julgamento?

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