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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Motivo da ausência de hoje

Pela manhã, às 5h45, embarquei com a família no rumo de Fortaleza.  Chegamos às 12h30 e às 14h já estava em sala de aula.  Cheguei há pouco.
Esse é o motivo de minha ausência no blog hoje.
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Ontem, aniversário de minha mãe, tirei parte do dia para comemorar com ela.  No fim do dia, estive na 1a Delegacia de Polícia para, finalmente, registrar a ocorrência sobre a descoberta do grampo na minha telefônica na última semana.

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