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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Médicos ameaçam parar por falta de pagamento de salários no Hospital da Mulher

Funcionários continuam sem receber saláriosFuncionários continuam sem receber salários
Em O Mossoroense

Grande parte dos funcionários do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia continua sem receber os seus salários do mês de dezembro de 2012, inclusive os médicos que atendem na unidade. Na manhã de ontem, os funcionários se reuniram para discutir a questão.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Laboratórios e Pesquisas dos Hospitais Particulares de Mossoró (Sintrapam), Luiz Avelino, os médicos estão ameaçando paralisar as atividades. "O Inase (Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação) não dá um prazo para o pagamento dos salários. Dessa forma, os médicos decidiram que se amanhã não receberem os salários irão paralisar o atendimento", afirma o sindicalista.
O presidente do sindicato ainda explica que somente os trabalhadores que ganham menos de R$ 1 mil receberam o pagamento referente ao mês passado. "Isso significa que somente os funcionários da limpeza receberam os salários. Para o restante do pessoal eles não estipulam data para efetuar o pagamento. A medida acaba gerando uma série de transtornos aos trabalhadores porque já estamos terminando o mês de janeiro", comenta.
Segundo o sindicalista, o Inase não efetuou o pagamento porque o Governo do Estado não repassou os valores. "Para o repasse, é preciso que o Inase apresente a prestação de contas. Isso foi feito no início deste mês. No entanto, o faturamento não foi aprovado pelo governo. Os valores só serão repassados se a prestação de contas for aprovada", afirma Luiz Avelino.
O Sintrapam ingressou com uma ação judicial para impedir que os trabalhadores continuem sem uma data certa para receber o pagamento. "Os funcionários precisam receber até o quinto dia útil do mês como manda a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)", diz o sindicalista.
A equipe de reportagem do jornal O Mossoroense tentou entrar em contato com o secretário estadual da Saúde Pública, Isaú Gerino, mas ele não atendeu às ligações.

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