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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Insatisfeitos com Henrique, independentes podem lançar quarto candidato à presidência da Câmara

De Vera Magalhães, na coluna Painel, da Folha de São Paulo:

Correndo... Bloco de 70 deputados que se dizem desconfortáveis com o favoritismo de Henrique Alves (PMDB-RN) à presidência da Câmara redigiu documento com 10 itens da agenda da Casa para o biênio, intitulado "Pela grandeza política do Parlamento".

... por fora O texto será entregue a Rose de Freitas (PMDB-ES) e Júlio Delgado (PSB-MG), mas o grupo de "independentes" não descarta lançar o quarto candidato.

Se segura, Henrique.


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