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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Hospital da Mulher reduz serviço para não fechar

Por Carlos Santos



O Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (INASE) comunica que o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia realizará, a partir de amanhã (quinta-feira, 31), apenas atendimentos de urgência e emergência, em decorrência da falta de recursos financeiros para manter o funcionamento pleno da unidade.

A direção do Inase enviou comunicado à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) do Rio Grande do Norte solicitando explicações sobre o motivo de o Governo ter efetuado pagamento parcial referente aos serviços prestados pelo Inase. O valor depositado não cobre a folha salarial de todos os profissionais.

O Inase desconhece os motivos de a Sesap ter efetuado apenas o repasse parcial, visto que já existe atraso referente ao mês de dezembro e parte de janeiro, apesar de o Inase ter prestado contas com toda documentação necessária e exigida pelo contrato para os três dias de outubro, todo o mês de novembro e todo o mês de dezembro.

O Inase não tem medido esforços para manter o funcionamento da unidade, mas ainda aguarda resposta da Sesap a respeito da disposição de encerramento do contrato de gestão do Hospital da Mulher, visto que os sucessivos atrasos nos repasses comprometem a excelência na prestação dos serviços.

Desde que assumiu a gestão do Hospital da Mulher, em 29 de outubro de 2012, a intenção do Inase seria efetuar o pagamento de todos os profissionais até o quinto dia útil do mês, sendo inviável devido à falta de repasse do governo estadual.

Com informações do Inase.

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