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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Henrique acusado de contratar empresa fantasma

Mesmo depois de O Globo ter derrubado a pauta que teria sobre as digitais de Henrique Alves no esquema denunciado pela Operação Assepsia, o pemedebista não escapou de outras acusações.
A deste fim de semana foi publicada pela Veja.
http://www.defato.com/noticias/10620/Veja:%20Henrique%20Alves%20é%20acusado%20de%20contratar%20empresa%20laranja%20de%20aluguel%20de%20carro
Favorito na disputa pela presidência da Câmara, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), gasta R$ 8 mil reais por mês com aluguel de veículos, segundo sua prestação de contas.

Reportagem da revista Veja desta semana revela que as notas fiscais que Alves apresenta para comprovar essas despesas são emitidas por empresa registrada em nome de laranja.

A Global Transportes tem como endereço uma casa na periferia de Brasília. No papel, pertence à ex-vendedora de tapetes Viviane dos Santos, que diz sequer saber da existência de contrato com o deputado. Ela afirma que, na verdade, emprestou seu nome a uma tia – e admite que a empresa da qual é “dona”, e que supostamente aluga veículos, não possui um carro sequer.

Por trás está César Cunha, ex-assessor do PMDB. Ele foi sócio da Executiva, outra empresa que não existe no endereço declarado. A Executiva forneceu notas a Henrique Alves até se enrolar com a Justiça e ser substituída pela Global. Desde 2009, Alves destinou às duas empresas, sob a batuta de César Cunha, R$ 357 mil reais.

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