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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Gurgel, finalmente, apresenta denúncia contra Renan

Será que um dia ele denuncia o #Caixa2doDEMnoRN?

http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/pais/procurador-geral-da-republica-apresenta-denuncia-contra-renan-calheiros-7406021

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou na última sexta-feira denúncia contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que desde 2007 aparece como investigado em inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF).

Oficialmente Gurgel não comenta o teor do inquérito, por estar sob segredo de justiça, mas pessoas próximas a ele dizem que a denúncia trata das notas ficais frias que ele supostamente apresentou em 2007 para justificar seu patrimônio.

Se o Supremo aceitar a denúncia, o inquérito será transformado em ação penal e Renan - que é o candidato favorito na eleição de fevereiro para a presidência do Senado - se tornará réu.

Em 2007, Renan era presidente do Senado e foi acusado de ter a pensão de sua filha paga por Cláudio Gontijo, um lobista da empreiteira Mendes Júnior. Na época, Renan negou as acusações e apresentou notas referentes à venda de bois para comprovar que tinha renda para as despesas. A Polícia Federal (PF), porém, encontrou indícios de que as notas eram falsas.

Na época, o escândalo derrubou Renan da presidência do Senado, mas ele teve o mandato de senador preservado pelo plenário da Casa.

Apesar de o inquérito ter sido aberto em agosto de 2007, a investigação estava parada. Ao longo da última semana, Gurgel alegou que a demora para tomar uma decisão se devia ao tamanho dos autos, com 43 volumes, e porque, no ano passado, ele esteve muito dedicado ao processo do mensalão.

O GLOBO entrou em contato com a assessoria de Renan Calheiros para comentar a denúncia, mas ainda não obteve retorno.

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