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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Dilma avisa ao PR que com Garotinho não dá

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Caso o deputado carioca vença a disputa interna do PR e vire líder da bancada na Câmara, partido pode começar a dar adeus à base aliada do governo; aliados avisam a presidente que ele poder criar problemas ao invés de defender o Planalto numa situação de crise.

O PR pode começar a dar adeus à base aliada do governo de Dilma Rousseff caso eleja o deputado Anthony Garotinho (RJ) como líder da bancada na Câmara. Aliados de Dilma já vêm avisando a presidente nos bastidores que se ela tiver Garotinho como líder, o governo terá dificuldades em conviver com a sigla.

De acordo com a nota "Pressão total", publicada pela coluna de Ilimar Franco, do jornal O Globo, o Planalto acha que o deputado está sempre no foco de conflitos, além de ser um crítico frequente do governo e do ex-presidente Lula. A escolha do ex-governador do Rio de Janeiro certamente enfraqueceria, portanto, o apoio da legenda à reeleição da presidente em 2014.

Episódio recente que deixou o governo de cabelos em pé foi a denúncia do deputado de que a ex-secretária da Presidência em São Paulo e foco da Operação Porto Seguro da Polícia Federal, Rosemary Noronha, teria entrado com 25 milhões de euros em Portugual. Ao 247, o deputado confirmou na época que a denúncia vinha de uma fonte da PF e insistiu que havia diálogos entre Rosemary e Lula. Garotinho pediu esclarecimentos sobre o caso à Polícia Federal.

A conclusão do governo é de que, apesar de o PR fazer parte da base aliada, pode começar a criar problemas ao invés de proteger o Planalto numa situação de crise, como lembra a nota de Ilimar Franco. Recentemente, Garotinho declarou que tem o apoio de 26 dos 35 deputados do partido e que caso não se torne líder, irá entender a situação como "interferência externa na vontade da bancada".

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