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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Convite para defesa de dissertação sobre Jornal de Fato na UERN

O Programa de Pós-Graduação em Letras – PPGL do Campus Avançado “Prof.ª Maria Elisa de Albuquerque Maia” – CAMEAM, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN convida toda a comunidade acadêmica e interessados, para participarem da 62ª sessão de defesa pública da dissertação da mestranda Maria Ivanúcia Lopes da Costa.

Título: “Discurso e relação de poder: uma análise da rotina produtiva do Jornal de Fato”

Banca:
Marcília Luzia Gomes da Costa Mendes – Presidente/Orientador (UERN)
Daniel Dantas – Membro Externo (UFC)
Guilherme Paiva de Carvalho Martins – Membro Interno (UERN)
Ivanaldo Oliveira dos Santos Filho – Suplente (UERN)

Data: 31 de janeiro de 2013

Horário: 15h

Local: Mini auditório do DECOM, Campus Central/UERN

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