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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Compra de equipamentos e produtos eram feitas desrespeitando a lei, diz auditoria sobre Hospital da Mulher

A auditoria apontou também que a aquisição de equipamentos e insumos utilizados na unidade hospitalar era feita sem "observância da legislação vigente" - fosse a ausência de concorrência pública para celebração de contratos, seja na eficiência e efetividade das ações de atendimento.
Um exemplo do mal uso - ou desvio - apontado no documento se refere a uma nota fiscal cuja soma dos valores chega a R$ 1.200,00, mas foi emitida com um valor R$ 20.700,00 maior.  Ou seja, pela nota foram pagos R$ 21.900,00 quando deveria haver o pagamento de R$ 1.200,00.
No fim, o dinheiro desviado teria superado os R$ 8,4 milhões.
É bom lembrar que o ex-secretário Domício Arruda disse ao Ministério Público que havia um compromisso pessoal da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) para contratação da Marca para o Hospital da Mulher em Mossoró.
Além disso, o próprio deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) teria negociado com o foragido Tufi Soares Meres, líder da organização, o ingresso da Marca na gestão do Hospital da Mulher.
Bom destacar também que o relatório final completo tem três volumes e 745 páginas.  Publicamos seis páginas relativas às conclusões da equipe de auditoria.

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