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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Veja como foi o ato “O Brasil em debate: O Estado democrático de direito, a mídia e o Judiciário. Em pauta a ação penal 470″

O vídeo do ato da última segunda-feira com o tema “O Brasil em debate: O Estado democrático de direito, a mídia e o Judiciário. Em pauta a ação penal 470″ está abaixo.
Participaram do evento os jornalistas Paulo Moreira Leite (Revista Época), Raimundo Pereira (Retratos do Brasil), o professor em Direito Constitucional Pedro Serrano (PUC-SP) e Cláudio José Langroiva Pereira (PUC-SP) e o ator Zé de Abreu.
Eles discutiram como se deu a participação da mídia e também do Judiciário no processo penal que culminou nas condenações dos réus. O debate versou, também, sobre a forte pressão e interferência política que os veículos de comunicação exerceram sobre o julgamento.

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