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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Um discurso sem a prática

Por Luís Fausto

Ontem, dia de mobilização internacional contra a corrupção, a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, divulgou uma nota de apoio ao movimento.

Diz ela, segundo a sua prestimosa assessoria de comunicação, que o seu governo “tem agido sempre com a maior presteza e energia diante de situações que possam colocar em risco o patrimônio público”.

E vai além, com palavras bonitas e claras:

“A verdadeira diferença entre os governos sérios e os corruptos está na resposta aos desvios de conduta. O essencial é o governante deixar sempre clara sua intolerância com a corrupção. E isso se faz determinando a investigação imediata das denúncias, afastando os suspeitos e apoiando os órgãos de controle e fiscalização para que os responsáveis sejam punidos, quando estabelecida a culpa nos fóruns competentes. Esse tem sido o procedimento adotado por nós, desde a primeira hora.”

Só um detalhe, que certamente faz toda a diferença: o governo da mossoroense Rosalba Ciarlini não tem movido uma palha sequer para apurar e punir alguns desmandos e muitos desatinos que estão sendo cometidos debaixo das suas asas, especialmente nas secretarias de Saúde e de Tributação.

Discurso sem prática, dona Rosalba, não vale nada.

Nota do Blog: A própria governadora em pessoa, caro Luís, foi colocada no centro das denúncias da Operação Assepsia, quando Domício Arruda deixou claro que todos os acertos com a Associação Marca foram fechados por ela.

Na Operação Sinal Fechado, o esquema circulava dentro da governadoria. Inclusive junto a Carlos Augusto Rosado.

E se a gente olhar para o Caixa 2 do DEM no RN?

O discurso da governadora, nesse caso, tem conotação puramente hipócrita.

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