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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

TRE não modifica lista de eleitos e deixa decisão de mérito para quinta

Segundo Thaisa Galvão, decisão do mérito sobre a lista de eleitos a vereador ficará para a quinta-feira, 13, véspera da diplomação dos eleitos.
Mais tempo para as manobras de bastidores que visam consolidar o golpe e manter na Câmara Municipal de Natal o presidente da Casa, Edivan Martins (PV).
As forças ocultas continuam atuando no Tribunal.  Todos com os seus interesses e a presença eminente de Henrique Alves, Erick Pereira e outros. Enquanto isso, membros do pleno do Tribunal tentam emplacar Edivan para salvar os cargos em comissão de parentes na Câmara.  Ao menos um genro de um membro da corte está nesta situação.
Em tempo, vale o destaque: quase uma semana depois da decisão do TRE em favor de devolver George Câmara (PCdoB) e Raniere Barbosa (PRB) à lista de eleitos, a lista não foi ainda modificada.
Parece que não querem modificar.
Juntando-se isso ao fato de se deixar a decisão do mérito para quinta pode conduzir para um aspecto do golpe: a decisão não ser fechada naquela sessão, a lista não ser modificada em acordo com o que decidiu o TRE no último dia 4 de dezembro e o TRE diplomar os vereadores que não foram eleitos pelo povo.
Como pode o TRE desrespeitar assim, não apenas os 27 mil votos dados à Coligação União Por Natal 2, como também sua própria decisão?

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