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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Soldados israelenses atacam dois fotógrafos da Reuters

http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2012/12/14/soldados-israelenses-atacam-dois-fotografos-da-reuters.htm

Soldados da Força de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) agrediram dois fotógrafos da agência Reuters e os forçaram a tirar a roupa no meio da rua, antes de deixarem uma bomba de gás lacrimogêneo em frentes aos dois.

Um dos fotógrafos precisou ser levado ao hospital para receber atendimento médico. As informações são da Reuters.

O Exército israelense recebeu a denúncia dos fotógrados, mas não deu explicações para o ataque, que aconteceu na última quarta-feira (12), na cidade de Hebron.

"O comandante da brigada regional recebeu ordens de abrir uma investigação", disse o porta-voz da IDF, Avital Leibovich, via e-mail à Reuters.

OS fotógrafos Yousri Al Jamal e Ma'amoun Wazwaz disseram que foram abordados por uma patrulha quando se dirigiam ao local onde um jovem palestino tinha acabado de ser baleado por um guarda israelense. O jovem de 17 anos não resistiu.

Devidamente identificados com os coletes de imprensa, os soldados ordenaram que eles tirassem as roupas, ajoelhassem e colocassem as mãos na cabeça. Outros dois jornalistas palestinos foram obrigados a fazer a mesma coisa e colocados lado a lado dos fotógrafos da Reuters.

Uma bomba de gás lacrimogêneo foi jogada ao lado dos jornalistas. Wazwaz inalou muita fumaça e precisou ser levado ao hospital, de onde foi liberado na noite de quarta-feira.

"Nós condenamos os maus tratos a nossos jornalistas e registramos nossa descrença nas autoridades militares israelenses", disse Stephen J. Adler, editor-chefe da Reuters.

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