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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Segundo @mineiropt13, decisão do diretório estadual não interfere em Natal

Pelo twitter, o deputado estadual Fernando Mineiro (PT) esclareceu que a decisão do diretório estadual do PT do último sábado não interfere na resolução tomada pelo diretório municipal que impede petistas de assumirem cargos no governo Carlos Eduardo.
Segundo Mineiro, "a proposta inicial era mesmo [uma intervenção branca]. Citava Natal. Mas mudaram o texto. Virou orientação genérica que não terá nenhum efeito prático".

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