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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Segundo Cláudio Humberto, Dilma cogitaria retorno ao PDT

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Segundo o colunista, presidente estaria descontente com a interferência da cúpula do PT em seu governo e com o desgate dos recentes escândalos; seu ex-marido e amigo Carlos Araújo já voltou ao partido de Leonel Brizola; "lulistas" dizem que o caso "Rosegate" pode fazer o ex-presidente entrar na próxima disputa presidencial

A presidente Dilma Rousseff pode deixar o PT. É o que diz a coluna de Claudio Humberto de hoje. Descontente com a interferência da cúpula do partido em seu governo e com o desgaste dos recentes escândalos envolvendo figuras próximas ao ex-presidente Lula, Dilma sonda volta ao partido de Leonel Brizola.

Na semana passada, colunista disse que o PT pode usar o escândalo da venda de pareceres, que envolve a ex-chefe de gabinete da Presidência da República em SP, Rosemary Noronha, para promover a bandeira "Lula 2014".

Leia a coluna de hoje:

Retorno ao PDT pode ser o plano B de Dilma

Irritada com a interferência de “lulistas” em seu governo, com a falta de solidariedade de muitos deles e o desgaste provocado pelas denúncias de “malfeitos” que não lhe pertencem, a presidenta Dilma já segredou a interlocutores próximos que no futuro pode considerar seu retorno ao PDT como uma espécie de “plano B”. Seu ex-marido e amigo Carlos Araújo já voltou ao partido de Leonel Brizola, ídolo dele e da ex-mulher.

‘Olheiro’

Ex-assessora de Leonel Brizola (fazia um resumo diário do noticiário para ele), Dilma quer seu ex testando a aceitação de sua refiliação.

Limpeza

Num gesto de assepsia política, Dilma fez de Brizola Neto ministro do Trabalho para ajudá-lo a destituir o presidente da sigla, Carlos Lupi.

Apoio explícito

A pedido de Brizola Neto, Dilma apóia o deputado João Dado (SP) para líder do PDT, contra o atual, André Figueiredo (CE), ligado a Lupi.

Negociação

O Planalto cancelou a liberação de todas as emendas parlamentares do PDT, inclusive as já empenhadas. A ordem agora é negociar.

Comentários

  1. Difícil ler notícia de jornal nos dias de hoje. Isso parece matéria "vazada" pelo próprio governo pra garantir a vitória no embate interno do PDT

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