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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Resgate de alpinista morto no Pão de Açúcar foi adequado?

O alpinista Bruno da Silva Mendes caiu 70 metros na subida do Pão de Açúcar.  Na queda teve múltiplas fraturas, batendo várias vezes na rocha.  Resgatado com vida, morreu ao dar entrada no hospital.
Veja a foto do resgate abaixo e me responda se o transporte feito pela equipe de resgate estava adequado a uma vítima de politrauma.  Será que o transporte realizado sem nenhuma ação imobilizadora sobre a vítima contribuiu para a sua morte?


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