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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Quem receberia guias de combustível de Micarla de Sousa?

Recebi umas informações que posso transformar em perguntas porque não sei como confirmá-las:

1) Seria verdade que Micarla de Sousa, quando prefeita, tinha um esquema de distribuição de vale-combustível para jornalistas da cidade?

2) Se é verdade, que jornalistas eram beneficiados?

3) Como a prefeitura justificava o repasse?

4) Qual jornalista recebeu um lote dessas guias com o compromisso de distribuir a todos os beneficiados mas embolsou a sua totalidade gerando revolta contra si entre os colegas?

5) Esse suposto esquema já foi investigado?  Será?

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