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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Por causa de irmão de ministro, Petrobras já foi condenada a pagar quase R$ 6 milhões

A conta é alta e a Petrobras não se pronuncia.  Em processos trabalhistas, a Petrobras já foi condenada a pagar R$ 5.890.606,83 a trabalhadores lotados na gerência setorial de Serviços Especiais da gerência geral da Construção de Poços Terrestres.  Gerência comanda por Luiz Antônio Pereira.
Qual empresa séria no mundo manteria um gestor no cargo causando tamanho prejuízo e tantas demandas trabalhistas?
A Petrobras no RN.  Graças à ingerência do futuro presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB).  
A ingerência chegaria ao ponto de o Ministério Público do Trabalho aquivar uma ação sem ao menos ouvir as partes.  
Os prejuízos chegam ao ponto de a Petrobras estar pagando todas as contas da empresa Jimag, já que a empresa inexiste hoje por responsabilidade exclusiva do gerente notadamente mau gestor e irmão do ministro.




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