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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Policial acusado de estupro em delegacia no interior do RN

Perceba: reincidente, o policial é punido de novo com transferência. A pena por estupro é transferência? Para a Polícia Civil do RN parece ser

http://tribunadonorte.com.br/noticia/policial-e-acusado-de-estupro-na-delegacia-de-barra-de-maxaranguape/239319

Um policial civil, chefe de investigações na Delegacia de Barra de Maxaranguape, foi acusado de estupro por uma mulher de 26 anos que preferiu não se identificar. Segundo o relato da mulher à Corregedoria da Polícia Civil, a jovem acompanhou o cunhado, que é menor de idade, até a delegacia para a realização de um procedimento.

Após os trâmites normais de realização de boletim de ocorrência, o chefe de investigações, que terá o seu nome preservado até que se confirme o crime, supostamente trancou a mulher numa sala e a obrigou a fazer sexo oral nele.

"Ele me agarrou pela cabeça com força e me obrigou a fazer uma 'boquinha' nele", contou. Resistindo, a mulher foi forçada e realizou o ato por medo de represálias. O fato aconteceu na última sexta-feira (14), mas só agora a jovem procurou a imprensa para divulgar o escândalo.

A mulher de 26 anos é casada, tem dois filhos e está grávida do terceiro filho, com dois meses de gestação. "Me sinto suja, imunda depois disso. Não consigo sequer olhar para o rosto do meu marido nem dos meus filhos", disse, chorando.

O delegado geral de Polícia, Fábio Rogério, preferiu não se pronunciar sobre o caso até que as investigações sejam finalizadas, mas garantiu que o chefe de investigações será transferido imediatamente para outra delegacia.

Segundo informações de fontes, o agente da Polícia Civil já tinha sido transferido da 7ª Delegacia de Polícia, no bairro das Quintas, por ter praticado o mesmo delito.

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