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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Petrobras segue em silêncio. Cadê a transparência?

Encaminhei a solicitação abaixo para a Petrobras ontem pela manhã.
Com cópias para a Assessoria de Imprensa da empresa em Natal e no Rio de Janeiro, além da sua Ouvidoria.
Desde que começamos a publicar o tema, em julho, a Petrobras jamais respondeu qualquer demanda que apresentamos para que se pronunciasse a respeito.
Segue o silêncio e a falta de transparência.
O que têm a esconder?
Caros,

Desde meados desde ano aguardo retornos a solicitações de posicionamentos da empresa sobre questões levantadas no blog (http://www.blogdodanieldantas.com.br) relacionadas ao gerente setorial da CPT/SE, Luiz Antonio Pereira.
Minhas duas últimas postagens seguem abaixo.
Três são as perguntas:

1) O que a Petrobras tem a dizer acerca do pedido de demissão de um técnico premiado motivado por prática de assédio moral intenso por parte de um gerente?
2) O que a Petrobras tem a dizer acerca dos quase R$ 6 milhões a que foi condenada a pagar devido a ação desse mesmo gerente?
3) Houve ingerência da empresa ou do ministro Emanuel Pereira para que uma ação por assédio moral contra a empresa fosse arquivada?

Daniel Dantas Lemos

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