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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Varela, lobista de Henrique, recebeu dinheiro de quadrilha

Cláudio Varela, identificado como lobista de Henrique Alves, recebeu pelo menos R$ 6.300 da organização criminosa de Tufi Meres.
Já abordei a questão aqui, mas voltei a me lembrar disso enquanto preparava material para aula esta semana.
Deparei-me com o seguinte comprovante de depósito:

Depois disso, Varela articula um encontro de Tufi Meres com Henrique Alves.  Em e-mail interceptado, Tufi confirma que houve o encontro e que, ali, acertou a administração do Hospital da Mulher de Mossoró pela Marca, uma vez que o PMDB estava ingressando oficialmente no governo Rosalba.

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