Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

No julgamento do mérito, TRE decide em favor de George e Raniere

A votação ainda não terminou - e os votos ainda podem mudar -, mas o voto de Ricardo Procópio construiu a maioria no pleno do TRE em favor de George Câmara (PCdoB) e Raniere Barbosa (PRB). O resultado está 4 a 1, restando votar o presidente do TRE, João Rebouças - o mesmo que tinha um genro e sócio de suas filhas num cargo comissionado indicado por Edivan Martins (PV).
Desse modo, o TRE entende que apenas os votos do PT do B deveriam ser anulados no pleito de outubro, mantendo como reeleitos os vereadores George Câmara e Raniere Barbosa.
O atual presidente da Casa, Edivan Martins, e o suplente Claudio Porpino (PSB) ficam de fora, como assim decidiu o eleitorado.
Não adiantaram as pressões - nem o jogo de interesses à sombra.  Ao menos no TRE, as forças ocultas foram derrotadas.

Comentários

Postagens mais visitadas