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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Lula divulga nota de pesar pelo falecimento de dona Canô

Lula, quando ainda era presidente, em visita a Dona CanôFoto: Ricardo Stuckert/PR (arquivo)
Lula, quando ainda era presidente, em visita a Dona Canô
O ex-presidente Lula, ao lado de dona Marisa Letícia, divulgou nota de pesar pelo falecimento de dona Canô, mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia:

Dona Canô foi um exemplo de mulher, de mãe e uma referência de sabedoria e generosidade para sua família, para Santo Amaro da Purificação, para a Bahia e  para o Brasil. Para nós foi também uma grande amiga, da qual sempre lembraremos com muito carinho. Nesse dia de Natal marcado pela tristeza de sua partida, estendemos nossa solidariedade a seus familiares e amigos.
Luiz Inácio Lula da Silva e Dona Marisa Letícia

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