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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Lei de Acesso a Informações não pegou fora do Executivo Federal

No Blog do Barbosa
http://blogdobarbosa.jor.br/novo/?p=69469

Está no Globo

Em vigor há sete meses, depois de sancionada pela presidente Dilma há um ano, a Lei de Acesso à Informação ainda não emplacou fora do Executivo federal. Em 15 estados, ela sequer foi regulamentada, e nem o Supremo Tribunal Federal se adaptou à nova legislação. Com o baixo alcance da lei, os brasileiros ainda pouco a conhecem. Mais de 50% dos pedidos de informação para o governo federal se concentram apenas em três estados e no Distrito Federal. Câmara e Senado buscam inibir as consultas ao revelar aos servidores quem acessou seus dados. Para especialistas, com tantos entraves, a principal legislação de transparência do país deve levar anos para sair do papel.

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