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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Indiana vítima de estupro coletivo morre em Cingapura

http://noticias.r7.com/internacional/indiana+vitima+de+estupro+coletivo+morre+em+hospital+de+cingapura-28122012-1

A indiana vítima de um estupro coletivo em Nova Délhi que provocou protestos em toda a Índia morreu no sábado (horário local) num hospital de Cingapura dos ferimentos sofridos no ataque, afirmou o hospital onde ela recebia tratamento.
"Estamos muito tristes em informar que a paciente morreu pacificamente às 4:45 da manhã de 29 de dezembro de 2012 (18h45 de sexta-feira em Brasília). Sua família e funcionários do Alto Comissariado da Índia estavam ao seu lado", disse o diretor-executivo do Hospital Mount Elizabeth, Kelvin Loh, em comunicado.

A mulher de 23 anos, que foi severamente espancada, estuprada e jogada para fora de um ônibus em movimento em Nova Delhi, foi levada para Cingapura pelo governo indiano na quarta-feira para tratamento especializado.

A maioria dos estupros e outros crimes sexuais na Índia não é registrada e os infratores são raramente punidos, dizem ativistas de direitos das mulheres. Mas a brutalidade do ataque em 16 de dezembro provocou indignação pública e exigências para melhor policiamento e punição mais severa aos estupradores.

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