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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Golpe revertido e George e Ranieri eleitos

Não adiantou Edivan Martins afirmar-se como presidente da Câmara reeleito.  Não bastou a criação de um clima favorável de opinião pública para dar a decisão em favor de Edivan e Cláudio Porpino como favas contadas.
O TRE, nesta manhã, já decidiu em favor da tese de que apenas os votos do PTdoB devem ser retirados da Coligação União Por Natal 2.
Desse modo, não adiantaram os posts ou as teses defendidas por blogueiros e jornais dependentes da reeleição de Edivan.  A justiça foi feita: Ranieri e George serão vereadores na próxima legislatura.

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