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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Forças ocultas conseguiram mudar o voto de Carlos Virgílio

Enquanto o presidente do TRE, João Batista Rebouças, discursa em favor de Edivan Martins - como que querendo convencer algum de seus colegas de corte a mudar seu voto, com a votação em 4 a 1 contra Edivan -, lembrei de algo que disse no twitter ontem à tarde, em diálogo com Ailton Medeiros e Ricardo Rosado.  O último, jornalista ligado aos caciques do PMDB.
a decisão do TRE foi adiada para que forças ocultas pudessem atuar nos bastidores junto a Carlos Virgílio e para que se criasse um clima de opinião favorável à tese questionável de que Edivan será vereador. Há resistências no TRE, por enquanto
A veracidade do que publiquei foi confirmada hoje.  Carlos Virgílio, que votara em favor de George e Ranieri na primeira sessão, mudou o voto hoje.
Ah essas forças ocultas que alimentam as informações de Rosado e que pretendem pôr Edivan Martins na presidência da Câmara, mesmo que ele não tenha sido eleito pelo povo.

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