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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Exoneração de genro tenta desvincular Rebouças e Edivan

Segue abaixo a publicação da exoneração de Cristiano Barros, genro do desembargador João Rebouças, publicada hoje, mas datada de segunda-feira.

Não foi ontem a primeira vez em que falei em Cristiano.  Recebi a informação sobre o vínculo entre Rebouças e Edivan na semana passada.  E enquanto não confirmava a notícia, publiquei trechos da informação em dois posts.
Além de Henrique, que indicou o juiz relator Carlos Virgílio para a corte e teria influenciado sua mudança de voto, há interesses de outros juízes na manutenção do mandato de Edivan: genro de um membro da corte eleitoral teria cargos comissionados na Câmara Municipal, indicados pelo atual presidente.
Não é, portanto, coincidência que a exoneração de Cristiano tenha sido decidida na segunda-feira, logo após a minha postagem.
Na segunda, reforcei a informação:
Enquanto isso, membros do pleno do Tribunal tentam emplacar Edivan para salvar os cargos em comissão de parentes na Câmara. Ao menos um genro de um membro da corte está nesta situação.
Fica evidente que a exoneração foi resolvida na tentativa de evitar o desgaste e livrar a cara de Rebouças e Edivan.  Mas o vínculo já estava apontado, assim como o interesse pessoal do presidente do TRE no caso concreto que pode favorecer o atual presidente da Câmara Municipal de Natal.
Por fim, a divulgação ontem do nome, salário e vínculos do então controlador da Casa precipitou sua queda.

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