Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

É a Dilma, estúpido!

http://www.brasil247.com/+uebux

Pré-candidato tucano à presidência da República, o senador mineiro Aécio Neves tem defendido uma mudança imediata do discurso das oposições; em vez de atacar Lula, que aparentemente está fora do jogo, é hora de focar na presidente Dilma; embate do setor elétrico foi apenas o primeiro round.

Num jantar que reuniu 30 deputados tucanos na casa do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) na última quinta-feira, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG), que é pré-candidato do PSDB à presidência da República, fez uma constatação óbvia. "O nosso foco não pode mais ser o ex-presidente Lula, temos que bater na Dilma, pois ela é a candidata à reeleição", disse Aécio no jantar, segundo nota publicada na coluna do jornalista Ilimar Franco, do Globo.

Aécio vocalizou um sentimento que ganha corpo entre os tucanos. A intensidade dos ataques a Lula, em vez de prejudicar o projeto político do PT, até o fortalece, uma vez que Dilma se diferencia do ex-presidente – enquanto ele defendia os companheiros, ela sinaliza que não passa a mão na cabeça de ninguém.

Outro ponto tem sido apontado por um dos braços direitos de Aécio, o deputado federal Marcus Pestana (PSDB-MG). Segundo ele, uma campanha de cunho udenista, como a conduzida por José Serra na disputa de 2010, não levará o PSDB a lugar algum. O importante, diz Pestana, é discutir problemas reais do País – e não mais o mensalão.

Por isso mesmo, Aécio tem concentrado seu discurso na questão econômica e a guerra do setor elétrico foi apenas o primeiro round. Embora Dilma tenha a bandeira mais popular, que é a redução das tarifas, Aécio pretende usar um argumento de Juscelino Kubitschek, que dizia que "energia cara é a energia que não existe". Segundo aliados de Aécio, como Djalma Morais, o plano de Dilma para o setor elétrico inibe investimentos na geração futura.

Comentários

Postagens mais visitadas