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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Decisão do TRE ainda não foi publicada

Ontem pela manhã o pleno do TRE decidiu em favor dos vereadores George Câmara e Ranieri Barbosa. A decisão foi 4 a 2 e os dois votos contrários a reinclusão do nome dos dois vereadores na lista de eleitos do pleito de outubro foram do presidente João Rebouças e do relator Carlos Virgílio - que mudou o voto entre as duas sessões que analisaram a questão. Ação de forças ocultas.
Curiosamente, a decisão ainda não foi publicada. Desse modo, os nomes de George e Ranieri ainda não retornaram à lista de eleitos.
Será que é novamente ação de forças ocultas?

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