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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Carlos Eduardo já contratou consultoria sem licitação

Por Daniel Menezes
http://www.cartapotiguar.com.br/2012/12/30/carlos-eduardo-ja-contratou-consultoria-sem-licitacao/

Carlos Eduardo contratou a Vicente Falconi Consultoria, para realizar uma reforma administrativa na Prefeitura Municipal do Natal.

Bem, já expus a minha opinião em outro momento sobre esse assunto, quando Claudia Regina, prefeita eleita de Mossoró, efetivou prática semelhante – levou para sua cidade a mesma empresa já citada.

Mas quero ratificar – os fatos históricos mostram que essas contratações vêm banhadas de ouro, mas com um resultado pífio.

Foi assim com Cortez Pereira, que prometeu fazer uma revolução de gestão com uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Foi assim com Micarla de Sousa, que também produziu uma redesenho organizacional da Prefeitura, repassando tubos de dinheiro para a já referida FGV. Qual foi o ganho? Alguém lucrou muito… e não foi o erário.

Além disso, conforme salienta o jornalista Daniel Dantas em seu blog (ler aqui http://www.blogdodanieldantas.com.br/), é, no mínimo, estranho anunciar um contrato como esse, sem ainda ter assumido a prefeitura. Qual o custo? Como será pago? De que forma foi empenhado?

Tanto Claudia Regina, como Carlos Eduardo, erram, além disso, em não fazerem licitação, ou abrir qualquer tipo de processo seletivo para o recebimento de projetos, por exemplo.

A própria UFRN tem quadros especializados em administração pública, tanto no Curso de Administração, como no departamento de Gestão de Políticas Públicas. O valor não poderia sair infinitamente mais baixo e com uma maior possibilidade de acompanhamento, até pela proximidade?

Micarla de Sousa, entre vários, cometeu o pecado da falta de transparência. É torcer para que Carlos Eduardo não incorra no mesmo erro. E se incorrer, que seja criticado.

Pedi voto para Carlos Eduardo no segundo turno. Penso que a composição do secretariado foi positiva, com nomes gabaritados.

Penso também que ele precisa de apoio para reverter o cenário de caos. Mas, nesse contexto, a melhor forma de apoiar é tecendo uma crítica questionadora em relação ao caso.

CIDADÃO – ÚLTIMO A SABER?

A empresa já esteve em Natal e segue trabalhando no projeto de reforma administrativa a ser apresentado em fevereiro na Câmara Municipal do Natal.

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