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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Servidores da Casa Civil já temem secretário

O blog recebeu um e-mail de um servidor aterrorizado do gabinete civil do governo do RN. "O terror se espalha por toda governadoria com a chegada de Carlos Augusto Rosado", diz ele, que afirma que os funcionários estão em pânico com tudo que podem passar.
Segundo o servidor, os "funcionários da Residência oficial contam os horrores que presenciam na casa da Governadora: os gritos, as grosseiras e a troca de humor do ex-Deputado Carlos Augusto são das coisas mais faladas".
Os funcionários que lidam no dia a dia com o primeiro casal destacam que o novo secretário é totalmente bipolar: "acorda de um jeito e dorme de outro, qualquer coisa muda seu humor e quem sofre é quem trabalha com ele".
Segundo o preocupado servidor, Carlos Augusto já demonstrou seus dois lados no seu primeiro dia no Gabinete Civil. "Primeiro se emocionou falando do seu pai, que o motivo de não gostar de tirar foto é porque um dia antes do pai morrer sua mãe mandou ele se arrumar para tirar uma foto com pai e no outro dia ele morreu e isso o traumatizou", diz. Logo em seguida, sua grosseria teria se manifestado ao falar para o adjunto Galbi Saldanha, a quem considera como um filho, "que por enquanto ele continua lá, mas logo ele vai ser substituído por uma pessoa mais capacitada".
"Seu primeiro grito, sem dó nem piedade, foi em Galbi, porque uma ligação que ele tinha pedido estava demorando ele não quer nem saber se a pessoa não atende", relata.
Beirando o desespero, o servidor que pediu para não ser identificado por medo de represálias afirma necessitar compartilhar tudo isso que tem vivido. Como um grito de socorro.

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