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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Operação Assepsia: Relatório indica ilegalidades no processo de contratação

A auditoria mostrou também que não foram apresentadas justificativas adequadas à decretação do estado de emergência pela saúde do estado. Segundo relataram os auditores, a instrução "processual deficiente da comprovação com dados técnicos para a caracterização da situação emergencial e da potencialidade do dano sobre eventuais beneficiários da ação administrativa, e a caraterização de que contratação direta se concretizaria como meio eficaz de eliminar o risco e, finalmente, que sem a decretação da emergência o resultado seria capaz de causar prejuízo irreversível e irreparável à comunidade, ausência de avaliação de preços de mercado, todas as infrações confrontam a Lei Nacional de Licitações, violando as disposições regradas para a contratação sem a adoção do procedimento licitatório".

Ainda assim, os auditores demonstram que mesmo com a emergência o poder público não podia prescindir de consulta de preços no mercado.

Além disso, a Lei 9.790/99 exige que haja acompanhamento da execução do Termo de Parceria pelo órgão do poder público da área e do Conselho de Políticas Públicas. Ou seja, o governo do estado também desrespeitou a lei quando não promoveu o acompanhamento do contrato e de sua execução por parte do Conselho Estadual de Saúde.

Como se não bastasse, também em desrespeito ao que prevê a lei, o Projeto do Hospital foi apresentado de forma incompleta.

Esses relatos combinam com o que disse o ex-secretário de saúde, Domício Arruda, de que Rosalba Ciarlini tinha um compromisso com a Marca e participou ativamente da negociação com a OSCIP.

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