Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Marca não pagou rescisão de empregados do Hospital da Mulher

http://www.mineiropt.com.br/noticias-29577

Os ex-funcionários da Associação Marca, antiga gestora do Hospital da Mulher em Mossoró, ainda não receberam o pagamento da rescisão dos contratos, referente aos oito meses de serviços prestados à empresa. O contrato da Marca com o Governo do Estado se encerrou no dia 28 de outubro, data em que a associação deu baixa na carteira de aproximadamente 260 trabalhadores.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Hospitais Particulares de Mossoró (Sintrahpam), Luiz Avelino, a associação teria até o último dia 5 para pagar as indenizações e multas contratuais, calculadas em R$ 2 milhões. Até agora, porém, o pagamento não foi realizado.

Ainda segundo o presidente do Sintrahpam, a empresa alega que não tem como pagar os direitos dos trabalhadores enquanto não receber sua “pendência” com o governo estadual.

Com o fim do contrato, a empresa desativou o escritório que mantinha em Mossoró. Luiz Avelino disse que o sindicato fez contato com a sede da associação, situada no Rio de Janeiro, mas não obteve nenhuma informação.

“Os funcionários estão apreensivos, sem saber quando nem se vão mesmo receber seus direitos”, declarou.

Luiz Avelino disse que o sindicato vai entrar com uma representação judicial contra a Marca e o Governo do Estado para assegurar o pagamento aos trabalhadores.

“O governo terceirizou a administração do Hospital da Mulher para a Marca e, portanto, também é responsável por essa situação. Estamos tentando marcar uma audiência com a Secretaria [Estadual] de Saúde, mas ainda não fomos atendidos”, reclamou.

Todos os ex-funcionários da Marca, segundo o presidente do sindicato, foram recontratados pelo Inase (Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação), novo administrador do Hospital da Mulher.

Comentários

Postagens mais visitadas