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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Jornal carioca destaca possível delação de Tufi Meres

O rumor de que Tufi Meres, líder da organização que comanda a Associação Marca e outras OSs, pretende realizar um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público do RN. Falamos sobre o rumor aqui.
 
Com o título de Homem bomba, as duas notas de Fernando Molica (clique na figura para ver maior) lembram que há muita gente preocupada com uma delação de Tufi.  Meres foi secretário de saúde em Petropólis e envolveu-se em esquemas investigados nos governos da família Garotinho no RJ.

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