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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia, Claúdio Varela, Henrique e Garibaldi

Não é apenas em torno de Henrique que orbita Cláudio Varela.  Veja o que nós publicamos em 29 de junho, aqui:

[Uma conversa] citada na petição inicial do MP ocorre em 14 de outubro de 2011.  Dessa vez, Cláudio já está morando em Brasília e Tufi já informou não ter interesse.  O negócio de OS a ser aberto é em Parnamirim e Cláudio pede ajuda para encontrar uma entidade para ser parceira.  Risiely cita algumas empresas, entre as quais a Pro-Saúde com quem as conversas de Cláudio avançam, segundo se depreende de outra ligação interceptada alguns dias depois, em 21 de outubro.  Cláudio praticamente se oferece como facilitador de tráfico de influência, pela proximidade com os poderosos em Brasília.
Cláudio apresenta a possibilidade de usufruir de sua posição e dos relacionamentos que mantém, especialmente no que se refere ao que ele chama de "presidente dos prefeitos do Brasil", para realizar o negócio das OS's nos mais diversos municípios do país - "eles estão cheios de demanda e começaria logo aí por Natal".
Além de sua ligação com Henrique Alves, Claúdio Fonseca relata a proximidade com o ministro Garibaldi Filho, a quem vai apresentar software de gerenciamento chamado PREVIC e que também será oferecido aos prefeitos.

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