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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

No Paraguai, ONGs acusam Governo Franco de violar direitos humanos

No Opera Mundi

Organizações não governamentais do Paraguai encaminharam à CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos) denúncias sobre casos de prisão arbitrária e perseguição política.

Também há queixas sobre a ausência de investigações a respeito da morte de um líder político na cidade de Puentesino, além de demissões por motivos políticos, assim como propostas de recuos nas áreas de saúde e educação e denúncias de intimidação a jornalistas.

As ONGs alegam que várias queixas vieram à tona após a destituição de Lugo. O presidente da CIDH, José de Jesús Orozco, recebeu representantes das organizações que detalharam suas denúncias. Participaram da reunião Rose Marie Antoine e María Claudia Pulido, da área de direitos humanos no Paraguai.

Os representantes das organizações pediram que a CIDH defina medidas que levem à contenção dos casos de violação dos direitos humanos e restaurem o Estado de Direito das instituições democráticas no país. O representante da OEA vai se reunir com o presidente paraguaio, Federico Franco, e autoridades públicas. Integrantes do governo negam irregularidades.

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