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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Leitor preocupado teme pela própria vida

Recebi, de um leitor, um relato preocupado.  Sobre a família Alves - Henrique e Garibaldi.
Segundo diz esse leitor, em Brasília, para a disputa da presidência da Câmara, Henrique ainda não tem essa maioria toda que alguns blogs e veículos tentam afirmar.  "Está muito cedo", diz.
"Ele tem sim uma boa oportunidade, mas está se sentindo ameaçado, com medo de perder a presidência e isso irá desequilibrá-lo logo, logo",  complementa o leitor.
Para ele, o PSB tentará vir com tudo na disputa, uma vez que tenta se constituir como elemento decisivo para a eleição de 2014. "Henrique é o articulador, tem sempre uma carta na manga", diz.  E complementa: "para poder impor, grita, esculhamba e ameaça, o que pega alguns e revolta outros".
E o leitor termina se dizendo assustado.  "Eu sou um alvo, tenho medo, porém não vou parar.  São capazes de tudo, até de mandar matar.  Então temos que continuar na oposição pois qualquer atentado fica na cara".
A primeira pessoa do plural não é figura retórica.  O amigo leitor me inclui ao lado dele entre as pessoas que deveriam se sentir ameaçadas.  "Muito cuidado nas estradas até o dia 1 e em seguida, pois eles vão querer se vingar de nós, e não tem data, pode ser hoje ou daqui a 20 anos", conclui.
Além do nome de Henrique e Garibaldi, o leitor citou outros nomes.  Preferi não publicá-los a fim de não correr o risco de revelar sua identidade.

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