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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Joel Dias, candidato a vereador, a serviço da Ativa


Na representação que levou à intervenção judicial na Ativa existe uma seção dedicada aos candidatos a vereador que eram contratados pela Ativa.
Os promotores classificam o fato como atrocidade e como "irregular troca de favor político".
No período eleitoral, todos estavam na lista de empregados da Ativa, demonstrando de forma ainda mais nítida a relação promíscua entre o executivo municipal e a ONG. "Ressalte-se que, além da irregular troca de favor político, tratam-se de pessoas filiadas e candidatas à Eleição de 2012, que já ocorreu, pelo PV (Partido Verde), o mesmo da atual Prefeita desta Capital", dizem os promotores.
A seguir, as informações acerca de Joel Dias:
Joel foi contratado em 01 de julho de 2011.  Não existe registro de ponto referente ao ano de 2011, o que indica fortemente que o ex-candidato a vereador não deu expediente - ou seja, era fantasma.  Em abril de 2012 teve uma promoção e passou a receber um salário maior: R$ 2 mil e uma gratificação de R$ 500,00.
Ao mesmo tempo que passamos a conhecer a Ativa por meio da intervenção do Ministério Público, decorrência da Operação Pecado Capital, descobrimos as atrocidades eleitorais cometidas naquela ONG, algumas das quais contribuíram para que o atual prefeito de Natal fosse declarado inelegível pelo TRE na tarde de hoje.

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